Rituais que passam por gerações

Assim como as joias que passam de pais para filhos, alguns rituais também passam por gerações e são, na maioria das vezes, a base de muitos do que reproduzimos ao longo de toda a vida. 

Pensando nisso, nossa CMO, Paula, listou alguns rituais de beleza e autocuidado que ela aprendeu com seus familiares e que fazem parte da sua rotina. Confira: 

Hidratante no rosto e corpo 

Minha avó materna, dona Maria, nunca foi muito vaidosa, mas eu sempre a vi passando hidratante no corpo e no rosto. A medida em que fui crescendo, passar hidratante foi se tornando uma brincadeira entre a gente e, posteriormente, um ritual. Hoje, quando uso a marca que ela usava, parece que estou sentindo os carinhos que ela me fazia. 

Escalda-pés 

Era só eu dar um primeiro espirro que minha mãe vinha correndo com um balde com águas bem quentinhas, por isso hoje sempre que percebo que vou gripar, ou estou com cólicas ou, até mesmo, quando quero apenas relaxar, eu sempre faço um escalda-pés e depois coloco uma meia bem quentinha. Isso me faz sentir mais próxima da minha mãe e é como se ela, mesmo de longe, estivesse cuidando de mim. 

Chazinho a noite 

Durante algum tempo eu morei com uma tia materna, a Sueli, e ela sempre gostou de tomar um chazinho a noite, variando os sabores. Era nessa hora que a gente conversava sobre o dia, sobre a vida e sobre o que a gente ainda queria fazer. Mesmo depois que me mudei, o momento do chá continuou existindo e até hoje compartilhamos sabores novos que descobrimos. 

Me arrumar mesmo sem ocasiões específicas 

Minha avó paterna, dona Madalena, sempre foi muito vaidosa e gostava de se arrumar mesmo quando ia apenas ficar em casa. Em seu quarto ela tinha uma cômoda com um espelho, onde além de maquiagens ela guardava algumas joias, entre elas um colar de pérolas que eu sempre fui apaixonada. Com o home office confesso que tenho me arrumado bem menos do que minha avó, mas sempre que posso eu faço como ela. 

Banho no escuro 

Esse ritual eu, na verdade, não herdei diretamente de alguém. Mas minha tia Célia sempre tomou banhos demorados e dizia que era o momento mais importante e relaxante do seu dia. Há algum tempo comecei a tomar banho no escuro, às vezes acendo uma vela, e percebi que assim tenho minhas melhores ideias e, também, meus momentos mais calmos. 

Agora que você sabe sobre os rituais que passam por gerações na família da Paula, conta pra gente quais os seus! 

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